Olha como esta linda minha princesinha
27 de nov. de 2013
Fotinhos da princesinha1 ano 6 meses
25 de nov. de 2013
Brincadeiras de verão divirtase com as crianças!
Você se lembra de como aguardava as férias ansiosamente, louca pra ficar com os pais, fazer novos amigos, ir à praia, ao sítio, à piscina? E que mágicos eram os dias, como eram doces os sorvetes que sua mãe comprava, como era gostoso o fim de tarde pulando amarelinha... Foi nesse clima de nostalgia que a gente pesquisou e relembrou as brincadeiras mais gostosas dos nossos verões da infância. Pequenos rituais que ainda são e sempre vão ser uma delícia. É o que faz valer a pena ser criança, mesmo que hoje a tecnologia tenha mudado bastante o panorama. O leque de opções pode ser maior, o computador com internet realmente não pode ser ignorado ou subestimado. Mas não tem como negar que férias, calor e pouca idade combinam mesmo com muito corre-corre, pés descalços e liberdade pra soltar a imaginação e sonhar.
1 – Fazer Chocalho Vai ser uma festa só e, com certeza, bem barulhenta. Mas o que seriam dos grandes bateristas e percussionistas se seus pais não os tivesse incentivado na infância? Material: - 01 lata de alumínio - Semente de feijão, milho ou arroz - Fita adesiva Encha a lata com as sementes. Feche o buraco da latinha com fita adesiva. Para finalizar é só pintar ou enfeitar a lata com adesivos. Cada semente faz um barulho diferente, assim dá pra formar uma “bandinha” e ainda fazer um luau na praia.
2 – Taco Esse é bom de brincar na praia, num lugar onde a areia é mais batida. Divida as crianças em dois times, o time com os tacos são os rebatedores e o com a bolinha é dos lançadores. Faça de cada lado uma base (uma latinha vazia de refrigerante, ou qualquer outra coisa que pare de pé ). Com uma bola pequena, o jogador tenta derrubar a base do outro que, com um taco de madeira, defende. Se o rebatedor acertar a bolinha, o lançador do outro time (que jogou a bola) deve correr para pegá-la. Enquanto não pegar a bolinha, os rebatedores correm entre as bases e batem os tacos quando se cruzam. Cada batida vale um ponto. Quando o lançador pega a bolinha, ele pode jogá-la para o parceiro ou tentar acertar um dos rebatedores. Quando um rebatedor é acertado pela bolinha ele é queimado. Quando a base é derrubada ou um jogador é queimado, invertem-se os times. Tem que combinar o número de pontos necessários para ganhar antes de começar o jogo.
3 – Estátua É só ligar uma música bem animada e as crianças começam a dançar. Quando a música pára e o mestre diz "estátua!", todas paralisam na posição que estavam. O mestre faz caretas e brincadeiras para ver quem se mexe. Quem rir ou se mexer primeiro vai para o lugar do animador.
4 - Que bicho eu sou? Cada criança terá colado em suas costas um papel com o nome de um animal, sem que ela saiba qual é. Cada participante pergunta aos outros as características do bicho. As respostas devem ser sim ou não. O último a descobrir sai da brincadeira e passa a colar o nome dos bichos nos vencedores.
5 – Expedição Essa um adulto deve organizar. A idéia é fazer uma expedição num lugar amplo e com muito verde, ou na praia. O objetivo pode ser encontrar algum objeto ou pista escondida. Faça com que todos saiam com mini-mochilas com água, lanche, bolacha e outros apetrechos. Dê a dica e caminhem bastante até que alguém encontre o objeto escondido. O grande atrativo será fazê-las se sentir num filme de aventura! Isso lhes dará um senso de importância e responsabilidade.
6 - Boca de forno Um adulto comanda a brincadeira e diz as seguintes frases: Adulto: Boca de forno Crianças: Forno Adulto: Faz o que eu mandar? Crianças: Faço Adulto: Se não fizer Crianças: Toma bolo Então o adulto manda que as crianças peguem um objeto, e o último a chegar sai da brincadeira.
7 - Piquenique Essa brincadeira dá pra fazer em qualquer lugar, até na sala de casa. O importante é que todos ajudem a arrumar o cesto, a fazer alguma comidinha, se envolver. É só pegar uma toalha, uma cesta com frutas, suco, bolachinhas, sanduíches e o que as crianças gostarem. Aí é só estender a toalha, espalhar os lanches e se divertir.
8 - Acampamento Qualquer lugar pode virar um acampamento: o quarto, a sala o quintal. Na sala, basta colocar um lençol grande na mesa de jantar ou do sofá até a mesinha de centro e está feita a barraca. No quintal pode ser mesmo uma barraca de acampamento, das pequenas. Tem também as que são específicas para crianças, de tecido e madeira. Para completar a brincadeira é só levar colchonete, saco de dormir, lanterna, sanduíches e depois de acomodados basta contar histórias antes de dormir.
9 – Quadros de recortes Não sabe o que fazer com revistas e jornais velhos? Junte a criançada, espalhe as revistas, tesouras e cola no chão. Com uma boa dose de criatividade as crianças recortam as figuras ou palavras cola em uma folha branca formando um quadro. Quando as obras de artes estiverem prontas basta fazer uma exposição pendurando em uma parede ou na porta da geladeira.
10 - Eu vejo... Uma brincadeira que pode ser feita em qualquer lugar, na praça, shopping ou sentada na praia. A criança escolhida diz, por exemplo: "Vejo uma coisa amarela" ou "Vejo uma coisa grande e fina". As demais têm que achar o objeto citado e quem tocar primeiro ganha e ai é a vez de falar.
11 - Corrente de histórias Ótimo para distrair as crianças no carro. O adulto começa com "era uma vez" e passa a vez para outra criança que continua contando e assim a história vai se formando. Prepare-se pra ouvir os maiores absurdos!
12 – Corda humana Em um lugar espaçoso uma criança caça as outras. Quem ela conseguir pegar fica com ela de mãos dadas e assim vai formando uma corda humana. Somente quem estiver na ponta pode pegar. Conforme a corda fica comprida, fica mais difícil se locomover. Ganha quem for a última a ser tocada.
13 – Pipa Empinar pipa é uma delícia, observá-la ao sabor do vento... Podem ser feitas competições, por exemplo, de qual vai mais longe. É possível comprá-la pronta, mas fazer é fácil e faz parte da brincadeira. Clique aqui e aprenda http://www.klickeducacao.com.br:8000/klickids/arte/arte04/arte04a.asplembre se brincar em sítio, praia ou qualquer lugar bem longe de fios elétricos
14- Fotografias Deixe que as crianças se vistam como modelos e libere as maquiagens e acessórios. Depois façam uma seção de fotos em casa, no quintal, no sítio, com o mar ao fundo... Deixe que as crianças fotografarem umas as outras. Depois grave as fotos em um CD e dê para elas levarem de recordação.
15 – História com objetos Em uma caixa coloque vários objetos. Uma criança começa a contar uma história e então um adulto tira de dentro da caixa um objeto, que a criança tem que incluir na história. De tempo em tempo o adulto vai pegando mais objetos. Vai render histórias muito engraçadas, com certeza.
16 - Peixinhos e tubarões As crianças são separadas em dois grupos, um de peixinhos e outro de tubarões. Divida o local em duas partes. Ligue uma música baixinha para os peixinhos saírem para passear. Quando tocar uma música alta, é a vez dos tubarões que vão tentar pegar os peixinhos. O peixinho que for pego vira tubarão.
17 – Pega-pega diferente A brincadeira é a mesma, só que com uma vantagem: a criança que estiver num lugar mais alto que o chão (tijolo, calçada, cerca, muro) não pode ser pego. Quem for pego, é o próximo a ter que pegar.
18 – Pisa na bexiga Cada criança amarra no calcanhar uma bexiga cheia. Quando a música começa a tocar elas andam pelo espaço, e um tem que tentar estourar a bola do outro com os pés. Ao mesmo tempo em que a criança tenta estourar, ela tem que proteger a sua bola.
19 - Marcha dos jornais Trace duas linhas no chão com certa distância entre elas. Os participantes devem ficar atrás da linha de partida segurando duas folhas de jornal. Ao sinal de partida, os participantes devem colocar uma das folhas no chão, pisar em cima e colocar a outra em frente da primeira, ao pisarem na 2ª folha devem colocar a 1ª para frente e assim sucessivamente, até chegar na linha de chegada. Vence o jogo o participante que cruzar primeiro a linha de chegada.
20 – Castelo de Areia Basta juntar areia úmida e usar a criatividade para fazer torres, corredores e túneis. Quem fizer o castelo maior ou o mais bonito ganha um picolé!
por ERIKA GONÇALVES na Revista Pais & Filhos
24 de nov. de 2013
Quarta: asunto alimentaçao infatil
Só nois mamaes sabemos o quanto e dificil entroduzir alimentos saudaveis nos pequenos vamos ficar mais por dentro da importancia que é esse asunto.
alimentação é um dos requisitos para um crescimento contínuo e para a vida saudável de uma criança. Essa etapa começa a partir da amamentação do recém- nascido, que dura em média até o 6º mês de vida e continua na introdução de novos alimentos em sua nutrição, como a papinha, a partir dessa idade, até os 2 anos.
É importante que os pais tornem familiar aos filhos o consumo de verduras, legumes, frutas, folhas, cereais, grãos, carboidratos, proteínas, fibras, gorduras e, principalmente, a ingestão de água. Todos esses elementos, combinados de maneira balanceada, conferem um excelente rendimento para a maturidade física e psicológica da criança.
Para que seu filho se alimente adequadamente, se reeducando, seguindo um horário controlado e um cardápio equilibrado, é preciso bastante paciência. As refeições devem transmitir uma sensação agradável e relaxante, não um momento frustrante de obrigação. Navegue nas páginas seguintes e fique por dentro dos principais assuntos relacionados a alimentação infantil.
(Mitos e Verdades sobre Alimentação Infantil)
*Comer muito tarde atrapalha o sono das crianças?
Sim. Isso pode acontecer porque a refeição demora para ser digerida e o organismo realiza a digestão mais lentamente. Se a criança demorar para jantar é importante aguardar pelo menos duas horas para dormir.
*As frutas devem ser consumidas com casca ou sem casca?
Dê preferência para frutas com casca que fornecem a seu filho uma ótima fonte de fibras. É importante que os pais sejam cuidadosos com a higiene dessas frutas com uma boa lavagem para a retirada de agrotóxicos e impurezas.
*Posso trocar o leite de vaca pelo leite de soja?
Depende. O ideal é consumir o leite de vaca porque ele possui mais cálcio. Muitas crianças podem desenvolver alergias ou intolerância a lactose e os pais devem levar ao pediatra caso constatem alguma alteração.
*Devo dar doces e refrigerantes ao meu filho?
Dê no máximo três porções desses alimentos por semana para seu filho. É importante ficar atento se seu filho possui algum problema de saúde ou está com excesso de peso.
*Meu filho pode consumir frutos do mar?
Não. Espere até seu filho completar dois anos porque esses alimentos causam muitas alergias e intoxicações alimentares.
*Posso retirar a carne vermelha da dieta?
Depende, pois a carne vermelha fornece proteínas, zinco, gorduras, ferro e zinco para o organismo da criança. Ela é a melhor arma para combater a anemia que acomete diversas crianças. Peixes e frangos não possuem a mesma concentração do nutriente.
*Criança pode tomar café?
Sim. Mas, seu consumo deve ser feito moderadamente e evitado para crianças agitadas. Dê preferência para pequenas quantidades diluídas com o leite.
Desmame: dificuldade!
De des que juju fez um ano eu ja fiz varias tentativas
De tira ela do peito todas frustradas pois ela me vence pelo.choro foram tentativas bem radicas por sinal pasei varias coisas no bico do seio e todos ela continuou mamando (po de cafe. Pimenta. Babosa) ela é totalmente viciada no leite materno e eu sou molenga de mais para ter a frieza de ver ela sofrendo querendo mama e nao dar eu nao consigo...
Mais essa semana eu estou descidida vou me encorajar e tira ela do peito.
vai ser uma semana dificil por aki
Todo o dia vou faser um post sobre como estara o andamento desse grande desafio entao..
Me desejen sorte pois vou precisar muuuito
Uma otima semana pra vcs beijos
By : rany
Segunda feira : o asunto de hoje é saúde da criança
Bom eu ouvi dizer que em alguns lugares de são paulo e do brasil a surtos de catapora
Apesar de muitos acharem que a catapora é inofenciva pois estao errados se nao tratada coretamente a catapora pode levar ao obito entao fique atento..
Catapora: atenção às bolinhas vermelhas
A Catapora, também conhecida como Varicela, é uma doença infecciosa aguda, altamente transmissível, causada pelo vírus varicela-zóster. Está classificada entre as afecções do tipo exantemáticas, aquelas que trazem como conseqüência erupções na pele.
A doença é mais comum em crianças entre 1 e 10 anos, porém pode ocorrer em pessoas suscetíveis - não imunes - de qualquer idade. Na maioria das vezes evolui sem consequências mais sérias, mas em pessoas com imunodeficiência ou em adultos, o quadro pode resultar numa manifestação hemorrágica grave, pneumonia e infecção bacteriana secundária, devido à contaminação das feridas da pele.
Em todo inverno observa-se um aumento do número de casos da doença, explicado pela permanência maior das crianças em ambientes fechados, como creches e salas de aula, além de salas de espera de consultórios. Por isso, a catapora é considerada uma doença endêmica e não epidêmica, como esclarece o dr. Jacyr Pasternak, infectologista e presidente da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE): "A varicela não nos pega de surpresa. Todo ano há um aumento do número de casos, sazonalmente". É previsto e esperado. Por isso mesmo ele recomenda: "Para evitá-la a melhor forma é a vacinação".
Sintomas;
O principal sintoma da catapora, a erupção na pele, tem início após um período de incubação que varia entre 10 e 21 dias. Num primeiro momento as lesões são do tipo macular, que se caracterizam por bolinhas vermelhas. Rapidamente evoluem para formar pequenas vesículas, bolhas, com conteúdo líquido que se rompem e dão origem às feridas. Essas feridas ganham uma crosta na fase de cicatrização. Caso cocem, só há riscos de cicatriz externa quando e se a ferida infeccionar. A geografia da doença começa no tronco e só depois se dissemina para braços e pernas. Acompanham as erupções: febre, prurido (coceira) e desconforto generalizado.
Transmissão
Ocorre, principalmente, pelas gotículas de saliva, pelo espirro e pela tosse ou pelo contato direto com o líquido das bolhas. Mais raramente, pode acontecer de forma indireta, pelo contato com objetos recém-contaminados com secreção das vesículas.
É possível ainda a transmissão da varicela durante a gestação, através da placenta. Pessoas acometidas pelo vírus transmitem a doença durante todo o período de formação das lesões da pele, que dura, em média, de cinco a sete dias.
A varicela pode ser transmitida ainda no período de incubação (tempo entre contato e surgimento da doença), que pode ser tão longo como levar de duas a três semanas.
Tratamento
Por ser uma doença viral, o ideal é a prevenção através da vacina. Uma vez contaminado, o paciente deve ficar em casa, longe do convívio social, e esperar que as lesões da pele cicatrizem, para só aí retomar sua rotina normal.
Via de regra são administrados antitérmicos para controlar a febre e a prostração. Mas há também medicamentos antivirais efetivos para tratar os casos mais graves, especialmente em imunodeprimidos (indivíduos com deficiência imunológica, seja por doenças como HIV, ou por tratamentos de quimioterapia) e adultos.
Além disso, os médicos alertam que não se administre aspirina ou outros medicamentos contendo ácido acetilsalicílico (AAS) para baixar a febre em crianças com a doença porque há registro, na literatura médica, de uma síndrome que acomete o fígado e pode causar coma, atribuída ao uso desse medicamento durante o quadro. É a chamada Síndrome de Reye, que atinge o sistema neurológico. Em substituição aos derivados de AAS, recomendam o paracetamol.
Esquema de Vacinação
Uma única dose da vacina, aplicada por via subcutânea, protege 97 % das crianças com até 13 anos. Resultados semelhantes são obtidos em pessoas maiores de 13 anos com a aplicação de duas doses da vacina. Sua indicação inclui todas as pessoas maiores de 1 ano de idade.
Assim como todas as vacinas obtidas a partir de vírus atenuado, esta também é contraindicada durante a gravidez, em pessoas imunodeficientes e em prematuros.
23 de nov. de 2013
Crescimento (atualizando)
Bom. Fiquei muito tempo sem postar regulamante no blog e nesse tempo todo que passou juju aprendeu a andar,falar, pedir, comer, entre outras coisias que nao me lembro no momento.
Como ela sempre foi precose aprendeu tudo bem rapido e bem cedo pra uma criança da idade atual dela(1ano e 6 meses) logo depois de faser 1 ano uma semana depois la estava juju correndo pela casa e eu babando atras cheia de orgulho a fala ja tinha comesado bem antes com 9meses ela ja falava mamae e papai perfeitamente agora ela aprendeu varias outras palavrinhas novas tais como tia vovo brincar asistir comer .bicho etc... e claro que nao sai perfeta a fala mais eu consigo enteder oque ela diz por volta de 1ano e 3 meses ela ja começou a comer sozinha agora ela odeia que alguem tente dar comida a ela.
Eu ja to tirando td que é de bebezinho dela agora ela toma banho de chuveiro nada de banheira to tirando ela da fralda ela ja fica sem fralda o dia todo e to tentando tira do peito mais ta super dificil.
bem graças a deus o desenvolvimento dela sempre esteve otimo a capacidade de aprender dela e bem rapida e ela esta vendendo saúde ela ta com 11225kg
A altura eu nao medi esse mes mais vou ver
essa semana os dentinhos ja sairao todos ela sofreu o pouquinho com os detras mais foi rapidinho pra sair.
A jullia esta crescendo cada dia mais esperta muito carinhosa e adora brincar aama de paixao a galinha pintadinha o prato preferido dela e macarrao odeia remedio e escovar os dentinhos dela é uma luta ela e muito dengosa tambem e adora cantar e dançar ...
Bom..
Eu acho que é so conforme eu for lembrando eu coloco em outras postagens bjss e um otimo sabado pra vcs;D
Comportamento Birra: a hora de dizer não para a criança
Não é fácil lidar com os escândalos das crianças, mas os especialistas garantem: pais que sabem dizer não e sustentam essa posição têm mais chances de ajudar os filhos
Tudo começa com um chorinho quando o bebê não consegue satisfazer seus desejos – subir na mesa, pegar o controle remoto, não devolver o brinquedo do irmãzinho. Mas o primeiro mandamento para lidar com a birra infantil é não se desesperar.
Gritar e perder o controle só reforça esse tipo de comportamento da criança, que entende a sua reação como parecida com a dela. Quando o pequeno percebe que conseguiu tirá-la do controle e chamou a sua atenção, desconfia que você acabará cedendo, especialmente se estiverem em público. E, aí, salve-se quem puder.
Segundo a psicanalista infantil e familiar Anne Lise Scappaticci, de São Paulo, desde muito cedo as crianças aprendem a arte da manipulação. “Da mesma maneira que sabem que agradam quando são boazinhas, percebem que podem usar a birra para conseguir o que desejam”, diz.
A teima faz parte do comportamento infantil, como uma tentativa de a criança demonstrar certa independência e expressar suas vontades. E aparece por volta de 1 ano e meio de idade.
Quando a criança tenta conseguir o que quer através de showzinhos, a dica é dar um pouco de atenção, sem estender a bronca por horas. Você pode dizer que esse “não” é o jeito de conseguir o que ela quer e por causa disso não vai ter mesmo. E não fique assistindo ao espetáculo, a menos que a criança esteja se debatendo e corra o risco de se machucar.
“Nesses casos, aconselho a abraçá-la e ir conversando até ela se acalmar”, afirma Anne Lise. Se o incidente ocorreu numa festa de aniversário, por exemplo, assim que cessar, volte para casa. Depois de um escândalo como esse, a criança não pode ser recompensada com diversão.
Segundo Vera Iaconelli, psicanalista e coordenadora do Gerar – Instituto de Psicologia Perinantal, se o ataque for muito intenso e você estiver no shopping ou no parque, vale levá-la até o carro para se acalmar e, se for o caso, nem retornar. O problema é acabar com o programa dos irmãos ou da família toda. O ideal é tirá-la do local e mostrar que a birra não levará a nada, que você não mudará de ideia.
“Quando os pais aprendem a lidar com o filho, as birras diminuem. Depois de uma ou duas vezes, ele aprende que a teimosia não adianta e para de insistir. Se isso não acontece, é porque a criança descobriu que fazer cena funciona e ela sempre ganha a parada”, diz Vera.
A maneira de lidar com esses conflitos é decisiva. “Os pais precisam ser firmes, mesmo que o filho chore e fique com raiva deles. Se cedem a cada vez que ele fica desapontado, acabam criando uma pessoa que não suporta a frustração, tem dificuldades de relacionamento e fica malvista pelos amigos, que muitas vezes se afastam”, alerta Anne Lise.
O bebê está brincando, você precisa dar banho nele para sair, mas a criança não quer. Ele se rebela e chora. Nessas horas, o truque é mudar seu foco, chamando a atenção para objetos e pessoas de que ele gosta. Imagine se os pais ou os cuidadores sempre cederem a essa pequena rebeldia? Como conseguirão encontrar um momento para levá-lo à banheira? E quando ele ficar maior, serão os pais capazes de impor obediência?
A psicanalista Vera Iaconelli explica que a capacidade de aceitar regras vai se desenvolvendo ao longo do tempo e os pais não precisam fazer disso uma batalha, entrando em constante confronto com a criança.
“Alguns pais têm tanto pavor da birra que negam tudo, vetando qualquer chance de o filho se revoltar e descobrir por si só o que quer. O equilíbrio está em selecionar o não para coisas realmente importantes, como morder e bater nos outros ou nos objetos, colocar o dedo na tomada, atravessar a rua sem dar a mão.”
Se seu filho sempre se comporta como um birrento, atenção! “Apesar de ser frequente no universo infantil, o padrão indica um problema mais sério. É hora de procurar ajuda de um especialista. Do contrário, a birra fará a criança se fechar em uma ideia fixa, sem enxergar outras possibilidades”, alerta Anne Lise.
É difícil enfrentar um comportamento quando ele aparece pela primeira vez. E é muito comum a criança que nunca fez uma determinada birra um dia se atirar no chão e fazer manha, deixando os pais atônitos.
Uma das explicações para isso é a imitação. Ela pode ter visto o amiguinho fazer o mesmo, percebido que funcionou e tentar a sorte também. “O papel dos pais nessa hora é dizer não e tirar a criança do local. Ponto final. Não caia na tentação de passar meia hora falando, dando corda para uma atitude repreensível ou criticando a ação como se fosse a pior coisa do mundo”, diz Vera.
“Até os 5 ou 6 anos, a criança não consegue manter a concentração nas palavras por mais de 20 ou 30 segundos”, diz a psicóloga infantil e terapeuta familiar Suzy Camacho, autora do livro Guia Prático dos Pais (ed. Paulinas).
Por isso, é fundamental insistir nas regras. “Antes de sair de casa, converse com ela e deixe claro o que não será permitido. Dependendo da idade, ela pode esquecer, daí a necessidade de repetir a história muitas vezes, até que ela aprenda.
Antes de chegar ao supermercado, por exemplo, deixe claro o que será possível comprar entre as guloseimas de que ela gosta e quando poderá comer. Caso ela abra o iogurte ou o pacote de bolacha ainda na loja ou no carro, seja firme. Diga que não é hora nem lugar para comer aquilo e coloque o produto em local fora de alcance. “A estratégia é evitar o acesso fácil ao que é proibido e aguentar a birra, mesmo que se sinta constrangido por estar em local público”, afirma Anne Lise.
Muitas vezes, os pais acabam dizendo sim, sim, sim por pena de ver o filho sofrer. Quem nunca teve ímpetos de aceitar levar um brinquedo caríssimo só de olhar para a carinha de choro de seu filho, implorando no meio da loja, quando o combinado era não comprar nada?.
Segundo Suzy, no entanto, para criar pessoas equilibradas é preciso que os pais impeçam o filho de impor sempre sua vontade. “Quem não quer ter um ditador precisa dizer não. Crianças que nunca são contrariadas acabam se tornando adultos infelizes, irritadiços, agressivos, depressivos, já que o mundo não dá o mesmo sim incondicional dos pais”, afirma Suzy.
O limite, explica Vera, é uma forma de evitar a teima e deixar a criança mais segura. “A criança sem limite se sente culpada, sem chão, tem dificuldades para ficar longe dos pais. Quando eles são firmes, elas se sentem acolhidas e entendem que uma cena não os fará mudarem de ideia.”
“Se os pais forem coerentes com o que dizem e fazem, terão um filho disciplinado aos 7 anos e deverá seguir assim pelo menos até a adolescência, quando a rebeldia, uma nova forma de birra, ressurge em intensidade variada, dependendo de como a criança vem lidando com as frustrações”, conta Suzy.
Fonte:bebe.com