24 de nov. de 2013

Segunda feira : o asunto de hoje é saúde da criança

Bom  eu ouvi dizer que em alguns lugares de são paulo e do brasil a surtos de catapora
Apesar de muitos acharem que a catapora é inofenciva pois estao errados se nao tratada coretamente  a catapora pode levar ao obito entao fique atento..

Catapora: atenção às bolinhas vermelhas

A Catapora, também conhecida como Varicela, é uma doença infecciosa aguda, altamente transmissível, causada pelo vírus varicela-zóster. Está classificada entre as afecções do tipo exantemáticas, aquelas que trazem como conseqüência erupções na pele.

A doença é mais comum em crianças entre 1 e 10 anos, porém pode ocorrer em pessoas suscetíveis - não imunes - de qualquer idade. Na maioria das vezes evolui sem consequências mais sérias, mas em pessoas com imunodeficiência ou em adultos, o quadro pode resultar numa manifestação hemorrágica grave, pneumonia e infecção bacteriana secundária, devido à contaminação das feridas da pele.

Em todo inverno observa-se um aumento do número de casos da doença, explicado pela permanência maior das crianças em ambientes fechados, como creches e salas de aula, além de salas de espera de consultórios. Por isso, a catapora é considerada uma doença endêmica e não epidêmica, como esclarece o dr. Jacyr Pasternak, infectologista e presidente da Comissão de Controle de Infecção Hospitalar do Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE): "A varicela não nos pega de surpresa. Todo ano há um aumento do número de casos, sazonalmente". É previsto e esperado. Por isso mesmo ele recomenda: "Para evitá-la a melhor forma é a vacinação".

Sintomas;

O principal sintoma da catapora, a erupção na pele, tem início após um período de incubação que varia entre 10 e 21 dias. Num primeiro momento as lesões são do tipo macular, que se caracterizam por bolinhas vermelhas. Rapidamente evoluem para formar pequenas vesículas, bolhas, com conteúdo líquido que se rompem e dão origem às feridas. Essas feridas ganham uma crosta na fase de cicatrização. Caso cocem, só há riscos de cicatriz externa quando e se a ferida infeccionar. A geografia da doença começa no tronco e só depois se dissemina para braços e pernas. Acompanham as erupções: febre, prurido (coceira) e desconforto generalizado.

Transmissão

Ocorre, principalmente, pelas gotículas de saliva, pelo espirro e pela tosse ou pelo contato direto com o líquido das bolhas. Mais raramente, pode acontecer de forma indireta, pelo contato com objetos recém-contaminados com secreção das vesículas.

É possível ainda a transmissão da varicela durante a gestação, através da placenta. Pessoas acometidas pelo vírus transmitem a doença durante todo o período de formação das lesões da pele, que dura, em média, de cinco a sete dias.

A varicela pode ser transmitida ainda no período de incubação (tempo entre contato e surgimento da doença), que pode ser tão longo como levar de duas a três semanas.

Tratamento

Por ser uma doença viral, o ideal é a prevenção através da vacina. Uma vez contaminado, o paciente deve ficar em casa, longe do convívio social, e esperar que as lesões da pele cicatrizem, para só aí retomar sua rotina normal.

Via de regra são administrados antitérmicos para controlar a febre e a prostração. Mas há também medicamentos antivirais efetivos para tratar os casos mais graves, especialmente em imunodeprimidos (indivíduos com deficiência imunológica, seja por doenças como HIV, ou por tratamentos de quimioterapia) e adultos.

Além disso, os médicos alertam que não se administre aspirina ou outros medicamentos contendo ácido acetilsalicílico (AAS) para baixar a febre em crianças com a doença porque há registro, na literatura médica, de uma síndrome que acomete o fígado e pode causar coma, atribuída ao uso desse medicamento durante o quadro. É a chamada Síndrome de Reye, que atinge o sistema neurológico. Em substituição aos derivados de AAS, recomendam o paracetamol.

Esquema de Vacinação

Uma única dose da vacina, aplicada por via subcutânea, protege 97 % das crianças com até 13 anos. Resultados semelhantes são obtidos em pessoas maiores de 13 anos com a aplicação de duas doses da vacina. Sua indicação inclui todas as pessoas maiores de 1 ano de idade.

Assim como todas as vacinas obtidas a partir de vírus atenuado, esta também é contraindicada durante a gravidez, em pessoas imunodeficientes e em prematuros.

23 de nov. de 2013

Crescimento (atualizando)

Bom. Fiquei muito tempo sem postar regulamante no blog e nesse tempo todo que passou juju aprendeu a andar,falar, pedir, comer, entre outras coisias que nao me lembro no momento.
Como ela sempre foi precose aprendeu tudo bem rapido e bem cedo pra uma criança da idade atual dela(1ano e 6 meses)  logo depois de faser 1 ano uma semana depois la estava juju correndo pela casa e eu babando atras cheia de orgulho a fala ja tinha comesado bem antes com 9meses ela ja falava mamae e papai perfeitamente agora ela aprendeu varias outras palavrinhas novas tais como tia vovo brincar asistir comer .bicho etc...  e claro que nao sai perfeta a fala mais eu consigo enteder oque ela diz por volta de 1ano e 3 meses ela ja começou a comer sozinha agora ela odeia que alguem tente dar comida a ela. 
Eu ja to tirando td que é de bebezinho dela agora ela toma banho de chuveiro nada de banheira to tirando ela da fralda ela ja fica sem fralda o dia todo  e to tentando tira do peito mais ta super dificil.
bem graças a deus o desenvolvimento dela sempre esteve otimo a capacidade de aprender dela e bem rapida e ela esta vendendo saúde ela ta com 11225kg
A altura eu nao medi esse mes mais vou ver
essa semana os dentinhos ja sairao todos ela sofreu o pouquinho com os detras mais foi rapidinho pra sair.

A jullia esta crescendo cada dia mais esperta muito carinhosa e adora brincar aama de paixao a galinha pintadinha o prato preferido dela e macarrao odeia remedio e escovar os dentinhos dela é uma luta ela e muito dengosa tambem e adora cantar e dançar ...
Bom..
Eu acho que é so conforme eu for lembrando eu coloco em outras postagens bjss e um otimo sabado pra vcs;D

Comportamento Birra: a hora de dizer não para a criança

Não é fácil lidar com os escândalos das crianças, mas os especialistas garantem: pais que sabem dizer não e sustentam essa posição têm mais chances de ajudar os filhos

Tudo começa com um chorinho quando o bebê não consegue satisfazer seus desejos – subir na mesa, pegar o controle remoto, não devolver o brinquedo do irmãzinho. Mas o primeiro mandamento para lidar com a birra infantil é não se desesperar.

Gritar e perder o controle só reforça esse tipo de comportamento da criança, que entende a sua reação como parecida com a dela. Quando o pequeno percebe que conseguiu tirá-la do controle e chamou a sua atenção, desconfia que você acabará cedendo, especialmente se estiverem em público. E, aí, salve-se quem puder.

Segundo a psicanalista infantil e familiar Anne Lise Scappaticci, de São Paulo, desde muito cedo as crianças aprendem a arte da manipulação. “Da mesma maneira que sabem que agradam quando são boazinhas, percebem que podem usar a birra para conseguir o que desejam”, diz.

A teima faz parte do comportamento infantil, como uma tentativa de a criança demonstrar certa independência e expressar suas vontades. E aparece por volta de 1 ano e meio de idade.

Quando a criança tenta conseguir o que quer através de showzinhos, a dica é dar um pouco de atenção, sem estender a bronca por horas. Você pode dizer que esse “não” é o jeito de conseguir o que ela quer e por causa disso não vai ter mesmo. E não fique assistindo ao espetáculo, a menos que a criança esteja se debatendo e corra o risco de se machucar.

“Nesses casos, aconselho a abraçá-la e ir conversando até ela se acalmar”, afirma Anne Lise. Se o incidente ocorreu numa festa de aniversário, por exemplo, assim que cessar, volte para casa. Depois de um escândalo como esse, a criança não pode ser recompensada com diversão.

Segundo Vera Iaconelli, psicanalista e coordenadora do Gerar – Instituto de Psicologia Perinantal, se o ataque for muito intenso e você estiver no shopping ou no parque, vale levá-la até o carro para se acalmar e, se for o caso, nem retornar. O problema é acabar com o programa dos irmãos ou da família toda. O ideal é tirá-la do local e mostrar que a birra não levará a nada, que você não mudará de ideia.

“Quando os pais aprendem a lidar com o filho, as birras diminuem. Depois de uma ou duas vezes, ele aprende que a teimosia não adianta e para de insistir. Se isso não acontece, é porque a criança descobriu que fazer cena funciona e ela sempre ganha a parada”, diz Vera.

A maneira de lidar com esses conflitos é decisiva. “Os pais precisam ser firmes, mesmo que o filho chore e fique com raiva deles. Se cedem a cada vez que ele fica desapontado, acabam criando uma pessoa que não suporta a frustração, tem dificuldades de relacionamento e fica malvista pelos amigos, que muitas vezes se afastam”, alerta Anne Lise.

O bebê está brincando, você precisa dar banho nele para sair, mas a criança não quer. Ele se rebela e chora. Nessas horas, o truque é mudar seu foco, chamando a atenção para objetos e pessoas de que ele gosta. Imagine se os pais ou os cuidadores sempre cederem a essa pequena rebeldia? Como conseguirão encontrar um momento para levá-lo à banheira? E quando ele ficar maior, serão os pais capazes de impor obediência?

A psicanalista Vera Iaconelli explica que a capacidade de aceitar regras vai se desenvolvendo ao longo do tempo e os pais não precisam fazer disso uma batalha, entrando em constante confronto com a criança.

“Alguns pais têm tanto pavor da birra que negam tudo, vetando qualquer chance de o filho se revoltar e descobrir por si só o que quer. O equilíbrio está em selecionar o não para coisas realmente importantes, como morder e bater nos outros ou nos objetos, colocar o dedo na tomada, atravessar a rua sem dar a mão.”

Se seu filho sempre se comporta como um birrento, atenção! “Apesar de ser frequente no universo infantil, o padrão indica um problema mais sério. É hora de procurar ajuda de um especialista. Do contrário, a birra fará a criança se fechar em uma ideia fixa, sem enxergar outras possibilidades”, alerta Anne Lise.

É difícil enfrentar um comportamento quando ele aparece pela primeira vez. E é muito comum a criança que nunca fez uma determinada birra um dia se atirar no chão e fazer manha, deixando os pais atônitos.

Uma das explicações para isso é a imitação. Ela pode ter visto o amiguinho fazer o mesmo, percebido que funcionou e tentar a sorte também. “O papel dos pais nessa hora é dizer não e tirar a criança do local. Ponto final. Não caia na tentação de passar meia hora falando, dando corda para uma atitude repreensível ou criticando a ação como se fosse a pior coisa do mundo”, diz Vera.

“Até os 5 ou 6 anos, a criança não consegue manter a concentração nas palavras por mais de 20 ou 30 segundos”, diz a psicóloga infantil e terapeuta familiar Suzy Camacho, autora do livro Guia Prático dos Pais (ed. Paulinas).

Por isso, é fundamental insistir nas regras. “Antes de sair de casa, converse com ela e deixe claro o que não será permitido. Dependendo da idade, ela pode esquecer, daí a necessidade de repetir a história muitas vezes, até que ela aprenda.

Antes de chegar ao supermercado, por exemplo, deixe claro o que será possível comprar entre as guloseimas de que ela gosta e quando poderá comer. Caso ela abra o iogurte ou o pacote de bolacha ainda na loja ou no carro, seja firme. Diga que não é hora nem lugar para comer aquilo e coloque o produto em local fora de alcance. “A estratégia é evitar o acesso fácil ao que é proibido e aguentar a birra, mesmo que se sinta constrangido por estar em local público”, afirma Anne Lise.

Muitas vezes, os pais acabam dizendo sim, sim, sim por pena de ver o filho sofrer. Quem nunca teve ímpetos de aceitar levar um brinquedo caríssimo só de olhar para a carinha de choro de seu filho, implorando no meio da loja, quando o combinado era não comprar nada?.

Segundo Suzy, no entanto, para criar pessoas equilibradas é preciso que os pais impeçam o filho de impor sempre sua vontade. “Quem não quer ter um ditador precisa dizer não. Crianças que nunca são contrariadas acabam se tornando adultos infelizes, irritadiços, agressivos, depressivos, já que o mundo não dá o mesmo sim incondicional dos pais”, afirma Suzy.

O limite, explica Vera, é uma forma de evitar a teima e deixar a criança mais segura. “A criança sem limite se sente culpada, sem chão, tem dificuldades para ficar longe dos pais. Quando eles são firmes, elas se sentem acolhidas e entendem que uma cena não os fará mudarem de ideia.”

“Se os pais forem coerentes com o que dizem e fazem, terão um filho disciplinado aos 7 anos e deverá seguir assim pelo menos até a adolescência, quando a rebeldia, uma nova forma de birra, ressurge em intensidade variada, dependendo de como a criança vem lidando com as frustrações”, conta Suzy.

                           Fonte:bebe.com

Terça e dia de educaçao e metodos

Não é segredo para ninguém: educar uma criança é difícil. Requer persistência e dedicação dos pais, principalmente para ensinar valores importantes para o futuro dos pequenos, como amor próprio, autocontrole, respeito ao próximo e honestidade. O aprendizado não acontece da noite para o dia, e sim ao longo da vida, segundo a pedagoga Isabel Parolin, de Curitiba. Daí a importância de persistir nas mensagens que deseja transmitir e repetir mil vezes cada não, por mais difícil que seja. “A família tem um papel extremamente importante na formação do indivíduo, mas há influências de outras pessoas, como professores, avós, babás... E elas podem ser positivas ou negativas”, explica a educadora Claudia Coelho Hardagh, de São Paulo. Veja, então, a descrição de cada valor e como ensiná-los aos pequenos desde cedo:
1. Amor propio

Amor próprio pode ser identificado como sentimento de autopreservação, que impede que as pessoas se envolvam em situações de perigo que possam ameaçar o equilíbrio emocional delas. Nas crianças, é algo mais sutil, tem a ver com a construção da autoestima e na confiança da própria capacidade para enfrentar diferentes situações.

Na prática: Tudo isso é adquirido por meio de elogios e incentivos para enfrentar as dificuldades. E, perante alguma situação em que a criança agiu de forma errada, é importante criticar o comportamento dela, pontualmente, e não sua personalidade, de forma geral. “O mesmo vale para os elogios: tanto a falta quanto o excesso só atrapalham”, diz Isabel.

2. Autocontrole

É a capacidade de controlar, racionalmente, as reações ligadas a emoções, afetos e sentimentos. É por meio do autocontrole que a criança descobre seus limites, elege prioridades e traça suas metas e seus objetivos.

Na prática: Ensiná-las a ter autocontrole, porém, não é fácil. Você precisará enfrentar a fase da birra, persistindo com sua opinião e forma de educar. Se a criança agir errado e fizer manha, converse, mostre em que ela errou e coloque-a para pensar. Exija que ela peça desculpas, mas que entenda o motivo de ter que se desculpar. Tenha em mente que bater não resolve em nada o problema, ok?

3. Escolha

Desde bem cedo, é importante mostrar para a criança que ela não pode ter tudo o que quer e, por esse motivo, deve praticar o exercício da escolha, seja em relação a suas vontades, seja no que se refere a objetos, brinquedos etc. “Ensine ao pequeno que uma escolha é sempre, também, uma perda: ‘Lembra que você escolheu isso? Então é isso que você terá’”, sugere Isabel. O exercício de escolhas está ligado ao de autocontrole. Se a criança chorar, fizer birras, será preciso acalmá-la para explicar os prós e os contras de sua decisão.

Na prática: É muito comum, na fase de 3 a 4 anos, a criança ter dificuldade de dividir seus brinquedos e não emprestar para seus amigos. Essa é a oportunidade para mostrar que ela pode escolher dividir suas coisas ou ficar sozinha, sem amigos. “Explique que fazer acordos é algo admirado pelas pessoas e que vale a pena”, diz claudia

Honestidade

Não há uma definição única para a honestidade. É um valor ético, fundamental para o convívio social. Ensinar à criança o que é honestidade leva tempo e depende de suas próprias atitudes, exemplos e conversas.

Na prática: É comum crianças pegarem objetos, brinquedos dos coleguinhas da escola e levarem para casa. “Isso ocorre porque não há entendimento de propriedade, até porque, na escola ou no clube, brincam com tudo sem perceber que os objetos pertencem a alguém”, explica Claudia. Cabe aos pais mostrar que aquilo não é da criança, fazerem com que ela perceba o erro e devolva o objeto, pedindo desculpas. Esse processo deve ser educacional, e não um castigo causador de brigas. “Se a atitude persistir, a conversa pode ser mais rígida”, orienta Claudia.

5. Jogo de cintura

O jogo de cintura nada mais é do que ter flexibilidade, ou seja, capacidade de driblar situações de conflito. Para as crianças, é preciso ensinar seu significado desde cedo para que aprendam que suas vontades não serão sempre atendidas, mas que, ainda assim, terão escolhas e devem agir educadamente.

Na prática: Você não conseguirá ensinar seu filho a ter jogo de cintura se perde a paciência a cada problema que aparece. Seu exemplo o fará compreender como ele deve agir quando acontece algo que não o agrada, por isso, não seja tão rígida em seus pontos de vista. No convívio familiar, é importante ter (e mostrar) tolerância. “Brigas constantes, gritos e agressões verbais demonstram a falta de jogo de cintura”, avisa Claudia.

Outro exercício, segundo Isabel, é contar para a criança um erro que você cometeu e o que você fez para remediá-lo. “Eu errei o nosso omelete. Agora a mamãe vai fazer o seguinte, vamos transformar isso em uma farofa”, exemplifica.

6. Respeito

Respeito com os mais velhos, com os “diferentes”, com os animais, com a vida... Ensinar a criança a respeitar os outros é a regra quando se fala em educação infantil.

Na prática: Não há um jeito específico para ensinar o que é respeito. O primeiro passo é respeitar também, permitir que a criança aprenda assistindo a seu exemplo. Depois, é preciso ouvir as queixas dos professores e educadores da escolinha e nunca não ignorá-las. Falar mal das pessoas na frente das crianças também prejudica o ensinamento. Por fim, é importante chamar a atenção da criança ao vê-la desrespeitando outras pessoas, os animais e também o meio ambiente.

Idade certa

Os valores acima podem parecer um pouco complicados, mas devem ser transmitidos, principalmente, por meio de suas atitudes (dando o exemplo) desde o nascimento das crianças:

- Até os 2 anos de idade, a criança constrói e elabora conhecimentos sobre a realidade.

- A partir dos 4 anos, ela sai do simbólico e vai para o intuitivo.
Nessa fase, já troca experiências com outras pessoas.

- Após os 7 anos, ela já é capaz de estabelecer compromissos, compreende as regras e já consegue ser fiel a elas.

A vovó e a mamãe

Muitas vezes, a visão que a criança tem sobre o papel da avó e o da mãe fica conturbada exatamente porque a avó tende a tomar conta dos pequenos nos primeiros anos de vida, quando a mamãe volta a trabalhar. É preciso ter em mente que a avó não deve fazer o papel de mãe, mas também não se esqueça de que ela é mãe e tem experiência.

Por isso, é importante conversar com os avós sobre a forma como você quer educar seu filho. Deixe claro que a criança precisa deles tanto quanto precisa de você e aceite opiniões. Ainda assim, se a dinâmica não funcionar, vale adaptar seus horários para cuidar da criança ou até procurar creches e escolas que possuem os mesmos valores que você. Dessa maneira, você permite que a avó possa ser avó. “Nada mais gostoso do que a vovó ir buscar a criança na escola, levá-la para jantar e depois entregá-la para os pais”, conta Isabel.

         Fonte: bebe.com

22 de nov. de 2013

Sexta e dia de dicas. de paseios

   Fim de semana chegando e oque faser para se divertir co a criançada? 
Que tal juntar a familia e passar o dia no (Zoológico de São paulo) No zoológico, as crianças têm a oportunidade de conhecer diversas espécies de animais e curiosidades como hábitos alimentares e aspectos do cotidiano. Onde:Avenida Miguel Stéfano, 4.241, Água Funda, São Paulo (SP) – Tel: (11) 5073-0811 Quando:de terça a domingo, das 9h às 17h (abre nos feriados e nas vésperas de feriados) Quanto:crianças de até 4 anos não pagam. De 5 a 12 anos: R$ 6. Adultos e crianças acima de 12 anos: R$ 16 Idade mínima:livre para todas as idade
Parque aquatico wet'n wild
Um dos maiores parque aquatico do brasil esta localizado a apenas 30 minutos de são paulo ea 15 minutos de campinas as margens da rodovia dos bandeirantes no km 72 visite o site e saiba mais:www.wetnwild.com.br
Parque o mundo da xuxa
Com mais de 18 atraçoes para todas as idades o parque o mumdo da xuxa è uma referencia de diversão para toda familia num espaço de 15 mil metros quadrados em local fechado pais e filhos se divertem em diversas atraçoes.
Endereço
Shopping sp market
Av. Naçoes unidas 22.540 Sao paulo sp tel:55412530 mais informaçoes no site:www.omundodaxuxa.com.br
Esses e entre outros varios lugares de sao paulo para curti o fim de semana em familia bjs e um otimo fim de semana a todos

Algumas novidades que tera no blog

Toda semana farei posts sobre varios asuntos cada dia falarei de um
Segunda: o asunto sera saude do bebe
terça:falarei sobre educaçao e metodos
Quarta: o asunto sera alimentaçao
Quinta:sera sobre brincadeiras para se divertir com a criançada no verão.
Sexta: paceios e viajens eos melhores lugares para levar as crianças.
Bom espero que gostem dos asuntos diarios do blog e fiquem por.dentro das atualizaçoes e novidades da vida da minha pequena juju :D beijos e ate logo.

De volta a ativa!!

Finalmente voltarei a postar frequentemente no blog e com muitas novidades sobre minha bonekinha que a cada dia aprende e me ensina uma coisa nova.
Espero que gostem bjs

      By :rayanne

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